martes, 21 de noviembre de 2017

BRASIL: DEFENDER OS POSSEIROS DA ÁREA NOVA CACHOEIRINHA!


Nota del CEBRASPO:
Descrição: E:\Escolas Populares 100 anos\NC\SAM_2785.JPG
Recebemos grave denúncia do Comitê de Defesa da Revolução Agrária  - Nova Cachoeirinha que relata a ordem de despejo emitida contra os camponeses que vivem e produzem na área revolucionária Nova Cachoeirinha em Minas Gerais. Essa região é palco da brava resistência camponesa a mais de 50 anos, e agora mais uma vez o latifúndio, com a ajuda dos órgãos do governo, tenta arbitrariamente tomar as terras das famílias camponesas .
Os camponeses já deixaram claro em suas notas e declarações que não irão entregar suas terras e resistirão a qualquer ação covarde que possa vir das forças policiais.Convocamos todos os democratas e progressistas, defensores dos direitos do povo, a se mobilizarem na defesa dos camponeses da Nova Cachoeirinha que estão exercendo seu direito de conquistar a terra para quem nela vive e trabalha.

Segue abaixo a denúncia:

Governador Pimentel/PT descumpre acordo e manda PM despejar posseiros de Cachoeirinha


O dia 21 de novembro é a data marcada pelo governador e sua “mesa de diálogo” para enviar tropas da PM, armadas até os dentes, contra as famílias camponesas da Nova Cachoeirinha. É a data que ameaçam usar seu aparato de guerra contra trabalhadores, homens, idosos, mulheres e crianças como foi na década de 60, durante o Regime Militar fascista, quando as tropas do famigerado Coronel Georgino invadiram Cachoeirinha e expulsaram os posseiros de suas terras e depois forjaram documentos, usando dos serviços de advogados como Manoel Patrício, que recebeu como paga essas mesmas terras onde nos encontramos hoje.
 
 
Há 50 anos, os posseiros resistiram contra a perseguição, prisão, assassinatos e expulsão de suas terras pela polícia militar e pistoleiros pagos pelos latifundiários, muitos perderam suas casas, lavouras, animais e tudo que tinham construído em décadas de trabalho e sacrifício, desbravando as matas, enfrentando as feras e construindo o vilarejo. Durante um dos ataques, as famílias tiveram que se embrenhar na mata e na fuga, 62 crianças morreram de fome, frio e sarampo.
Nós temos provas históricas que estas terras são NOSSAS e que FORAM ROUBADAS dos nossos pais e avós, descendentes de negros e indígenas, e apresentamos em reunião com representantes do Governo, SEDA – Secretaria Estadual de Desenvolvimento Agrário, realizada no dia 02 de outubro em Belo Horizonte. O INCRA nacional também se comprometeu e a Ouvidoria Agrária Nacional solicitou ao desembargador Antônio Bispo, do Tribunal de Justiça de MG, para reconsiderar a liminar, visto que havia uma questão de justiça histórica que deveria ser apurada.
Esta questão já foi reconhecida pelo Governador Tancredo Neves na década de 80, que assinou decreto desapropriando 17 fazendas, que haviam sido falsamente legalizadas pela Ruralminas, decidindo que elas deveriam voltar para as mãos dos posseiros. No entanto, somente duas fazendas foram devolvidas para os camponeses: União e a Caitité, que o Coronel Georgino se dizia dono.
Além disso, as terras da Fazenda Vera Cruz estavam completamente abandonadas e agora, nós estamos criando e plantando.  
Não vamos abandonar nossas roças de feijão, milho e abóbora para grileiro destruir, como fizeram em 1967!
O Governo prometeu entrar com Ação Discriminatória para provar que as terras são devolutas, suspender o COVARDE despejo e assentar as famílias e agora está gastando rios de dinheiro com tropas e mandou até helicóptero da PM sobrevoar nossos barracos, assustando nossas crianças e fazendo ameaças.  
O Prefeito de Verdelândia que sabe a situação de desemprego e miséria do nosso município, foi procurado por nós (inclusive alguns eleitores seus), ele e todo mundo que mora em Cachoeirinha, conhece bem esta história dos posseiros, mas preferiu lavar as mãos, tomando partido do latifundiário, pois sabe que esta carapuça de grileiro lhe veste bem.
Mas nós, as famílias da Nova Cachoeirinha, NÃO VAMOS SAIR DE NOSSAS TERRAS! Vamos Resistir, vamos defender nossas famílias, nossas roças, nossos barracos, nosso direito e nossa dignidade: é tudo o que temos! Não permitiremos que outro Pau D´Arco aconteça como ocorreu no Pará.
Responsabilizamos o Governador Pimentel/PT e a SEDA, o governo Temer/PMDB/PSDB, o INCRA, a Ouvidoria Agrária Nacional, o Prefeito de Verdelândia Wilton Madureira/PT e o desembargador Antônio Bispo por qualquer agressão e violência que venha a ser cometida contra nossas famílias! Nenhuma chuva do mundo poderá lavar as suas mãos sujas de sangue por mais essa injustiça.



Viva a Revolução Agrária! Cleomar Vive! Morte ao latifúndio!
Terra para quem nela vive e trabalha!
Nov./2017      Comitê de Defesa da Revolução Agrária - Nova Cachoeirinha

lunes, 20 de noviembre de 2017

GALIZA: Manifestación anti-fascista na Coruña o pasado sabado.-

correovermello-noticias
A Coruña, 19.11.17
Unha nutrida manifestación contra o fascismo percorreu as rúas da Coruña o pasado sabado 18 de Nov. Dende o Canton ata a plaza de Maria Pita. A prensa burguesa non publicou a noticia.







INDIA: Convocan mitin en Amalapuran el proximo día 27 en defensa del profesor G.N. Saibaba.


CHILE: Contundente campaña de Boicot Electoral golpea las elecciones. (La Rebelión se Justifica)


Compartimos un compilado de acciones de propaganda y sabotaje realizados en la campaña contra la farsa electoral, impulsada por distintas organizaciones revolucionarias y asambleas antielectorales previo a la jornada de hoy 19 de noviembre, en distintos puntos del país llamando a no votar y a luchar.

Sabotaje a las oficinas del SERVEL:



domingo, 19 de noviembre de 2017

GALIZA: Publican libro sobre a operación Green Hunt.


A Asociación Internacionalismo Proletario de Galiza acaba de publicar un libro do Antropólogo Social e coñecido sindicalista Adolfo Naya, titulado: Operación "Cacería Verde": As prácticas sociais xenocidas da estratexia de contrainsurxencia "Corazóns e Mentes". 
Dende o Comité de Apoio a Guerra Popular na India pensamos que é un estudo moi importante, xa que proba que a Operación "Cacería Verde" e as políticas que está a realizar o Goberno da India son un xenocidio, non só contra as comunidades Adivasis e Dalits, senón tamén contra os maoístas.
Nun análise comparativo con xenocidios e coa estratexia de contrainsurxencia denominada "Corazóns e Mentes" a cual foi aplicada en Malaisia, Indonesia, Guatemala, O Salvador ou o Perú, o autor desvela as prácticas xenocidas que esta estratexia de contrainsurxencia empregou no pasado e que está a empregar no presente no caso da India.
Dende o Comité de Apoio a Guerra Popular na India recomendamos a lectura deste libro non só para coñecer o que está acontecer na India dende unha perspectiva político-militar, senón tamén para coñecer como é esta estratexia de contrainsurxencia e como foi aplicada en moitos lugares do múndo.
Aquí deixamos un par de estractos do libro:

"Á vista das características expostas na presente investigación resulta bastante evidente que os ataques que están tendo lugar na India contra os pobos Adivasis e Dalits –tanto aqueles que resisten pacificamente, como aqueles que pertencen ao movemento armado maoísta-, é un xenocidio. Está claro que “en parte” algúns grupos nacionais da India están sendo eliminados có obxectivo de alterar as relacións sociais dentro da propia nación.

A aniquilación non está sendo espontánea: é unha destrución sistemática destinada á eliminación da “parte rebelde” e a transformar ao resto dos grupos nacionais, redefinindo a súa forma de ser, as súas relacións sociais, o seu destino e o seu futuro. É a aniquilación das que resisten e practican outra maneira de ver as relaciones sociais e económicas. É a guerra de clases aplicada na súa fase superior, o xenocidio."


"Por iso, a única alternativa para a supervivencia dos pobos Adivasis, Dalits e militantes naxalitas que creen noutra sociedade, é un cambio radical da sociedade semifeudal e semicolonial da India; así como o apoio e a solidariedade internacional para deter esta masacre e que poidan avanzar no seu obxectivo de construír unha nova sociedade sen clases, castas, racismo e patriarcado."

PARAGUAY: Carta del comandante Oviedo del Ejercito del Pueblo Paraguayo desde la prisión.-




PALABRAS DEL COMANDANTE DEL GLORIOSO EJÉRCITO DEL PUEBLO PARAGUAYO (EPP) ALCIDES OVIEDO DESDE SU LUGAR DE RECLUSIÓN.

Los éxitos de la lucha guerrillera y el completo fracaso de las operaciones militares contrarrevolucionarias ponen al desnudo la putrefacción del poder de las clases dominantes paraguayas, asi como también demuestran la fuerza invencible del pueblo y de su organización revolucionaria de vanguardia: El EPP. En Paraguay estamos en lucha por una verdadera revolución popular. Las repercusiones de esta heroica lucha traspasan las fronteras de nuestra patria y suscita la admiración y el aprecio de los pueblos.
Desde sus inicios, el Gobierno de Horacio Cartes emprendió una ofensiva en todos los frentes en contra nuestra. Operaciones militares de gran envergadura castigaron en el norte del país a la población rebelada. Cientos de casas campesinas se convirtieron en taperas pues sus moradores tuvieron que huir de la represión gubernamental. Los agentes del narcogobierno mataron mujeres, ancianos, jóvenes y niños, pero no lograron sofocar el movimiento guerrillero. Por el contrario, el terror contrarrevolucionario sólo consiguió inflamarlo aún más. Hoy en día los vendedores de vestimentas del Norte del Paraguay están felices. Los jóvenes y hasta los niños buscan donde comprar vestimenta camuflada para ataviarse al estilo EPP. A pesar de las amenazas de ser procesados no se amilanan. Entre tanto, los guerrilleros, en encarnizados y desiguales combates, en los que el enemigo es superior en número y en material siguen cosechando victorias. Los éxitos de la lucha guerrillera y el completo fracaso de las fuerzas contrarrevolucionarios llevan a un estado de histeria, de odio, de salvajismo nunca visto a los agentes del Gobierno. Se ensañan con camaradas presos. Fraguan juicios, inventan delitos. Deliran y se deleitan en sus delirios.
Nosotros, los epepistas, no nos pondremos a llorar por el odio de nuestros enemigos. Y ellos no podrán impedir que les declaremos categóricamente que hagan lo que hagan no atajaran el incontenible avance revolucionario. El fiscal Joel Cazal y el juez Hernán Centurión andan diciendo que se les quiere matar. Existen hombres merecedores de la pena de muerte por sus convicciones, pero yo no contaría entre tales hombres ni al Juez Centurión ni al fiscal Cazal. Estoy convencido de que el derecho a la pena capital lo da el talento y ustedes no tienen nada de eso. Cuando se repartieron los talentos ustedes se habrán ido, supongo que por cobardes. No son dignos del valor de las balas. Soy muy franco con ustedes. No se ofendan. Son homúnculos bien domesticados, pero -y todos los paraguayos son testigos- de muy  poco talento. Para escribir de hombrecillos como ustedes se necesita una enorme resistencia contra el fastidio. Yo declaro que no tengo mucha. Y francamente considero inútil discutir con ustedes. No me gusta perder mi tiempo en inutilidades. Tengo otras ratas que guachear. Ustedes pensarán que son importantes. Bueno. No podré negarles el derecho a alabarse. Pero dejenme decirles: se están alabando nada más.

Hace rato que algunos compañeros me pedían que escriba algo sobre estos personajes, pero no tenía ni ganas ni tiempo de hacer tan desagradable tarea. Estaba con multitud de actividades prácticas, y sobre todo cuestiones teóricas en las que ocupar mi pensamiento.
Como algunos han de saber yo he crecido cerca del caudaloso río Paraná. En mi niñez fui pescador. En esta actividad he visto pescadores de diferente carácter y en los momentos de tormenta manifiestan lo que verdaderamente son. Unos  pescadores, al ver que se avecina la tormenta, despliegan todas sus energías, animan a sus compañeros y enderezan audazmente la proa de su nave hacia el temporal; gritan: “¡Animo, muchachos! Sujeten con fiereza ese timón, tomen de frente a las olas. ¡Saldremos adelante!”.
Otra clase de pescadores apenas ven nubarrones se desaniman, comienzan a lamentarse, maldicen su suerte y desmoralizan a su gente; gritan: “¡Qué desgracia, se acerca una tempestad, un maremoto, un terremoto…! ¡Cierren los ojos. No vean. Tirense en el fondo de la barca. No hay nada que hacer; tal vez la tempestad nos lleve a la orilla!”. Estoy preso, pero el desánimo jamás se apoderará de mi espíritu y no dejaré de alentar a mis compañeros. Además de pescador he aprendido a pensar. Y aquel que se considere pensador comprometido con la causa popular no puede tener miedo de mirar cara a cara a la verdad. Tampoco puede temer en decir al mundo lo que ha visto. Yo no tengo ninguna pretensión de agradar a los lacayos de burgueses y latifundistas. Ni a los mismos latifundistas y burgueses. No tengo inconveniente en confesarlo.
Algunos renegados, acompañando a los adoradores del capitalismo y la democracia liberal gustan predicar a los cuatro vientos que las ideas revolucionarias socialistas han envejecido. Lo viejo es el capitalismo y su democracia, junto a las ideas que los defienden.
Las ideas del socialismo revolucionario y los movimientos y personas que las defiendan no envejecen, ni envejecerán mientras haya una burguesía que derribar, cumpliendo los mandatos de la historia; y un proletariado que elevar al Poder y empezar a instaurar así, desde él, el régimen social que el porvenir histórico hace inseparable del progreso humano. Mientras la revolución proletaria esté sin hacerse, mientras clame por ser ejecutada no podrá hablarse de ideas revolucionarias, socialistas, marxistas envejecidas.
Quienes ayer predicaban revolución y hoy afirman que, en esta cuestión han cambiado las cosas, es nada más porque han cambiado ellos mismos. Para seres cuyo “socialismo” y cuyo espíritu ‘’revolucionario” están sometidos a las corrientes de moda de todos los colores el mundo es capaz de cambiar cada veinticuatro horas. ¡Claudicaciones!…
¡Sepultureros de la lucha proletaria! Apuntaladores del poder de la burguesía. El mundo burgués, con sus millones de hambrientos, a veces administrado por “socialistas”, no es el futuro.
Toda la maquinaria represiva de las fuerzas enemigas se basan en el trabajo de unos maleantes uniformados ignorantes. El dinero es el que aceita todos los engranajes esta enorme máquina. No cabe duda de que los dólares constituyen un poderoso estímulo, pero es absolutamente ineficaz. La democracia burguesa sólo tiene defensores interesados en el provecho propio. Nada hacen por nobleza. En cuanto a mi y a mis compañeros, solo servimos a nuestros compatriotas pobres.
Yo me intereso por sus condiciones de vida, por sus penas y sus luchas, por sus esperanzas y anhelos. Vivo para ellos. He prestado mi mayor atención para conocer bien a quienes sufren y mueren en el olvido y la miseria. No es solamente un conocimiento abstracto el que tengo de la vida de mi pueblo. Soy uno de ellos. Y he estado en sus hogares. He comido y como lo que comen. Lucho con ellos contra el poder social y político de nuestros opresores. Consagro mis horas libres en la prisión al estudio, para serles más útil.
Me siento a la vez contento y  orgulloso de estar del lado de los obreros y de los campesinos. Es lo mejor que me ha pasado en la vida. Estoy contento porque he vivido muchas horas felices al lado de mi pueblo.
Y me siento orgulloso, porque con mi participación en la lucha he tenido la oportunidad de hacer algo de justicia en favor de las clases oprimidas y calumniadas. No tengo el alma de un mercader. Solo alguien que tuviera el alma de un mercachifle podría rehusar su estima y su ayuda a las clases explotadas y oprimidas.
Y digo una vez más: los intereses de los burgueses y los latifundistas son diametralmente opuestos a los de los obreros y campesinos. Ellos necesitan de esclavos asalariados. Nosotros, los esclavos modernos no necesitamos de ellos. Tratan sin cesar de afirmar lo contrario, que son ellos quienes mantienen a los trabajadores; cuando la verdad es que son ellos los mantenidos por los trabajadores. Son parásitos. ¡Y son estos quienes quieren hacer creer que sienten por la suerte de los trabajadores la mayor simpatía! ¿Cuándo se han preocupado ellos del pueblo pobre y trabajador? Nunca. Sus actos desmienten sus mentirosas palabras. Pese a todo lo que se complace en afirmar, la clase dominante no persigue otro fin, en realidad, que el de enriquecerse con el trabajo no retribuido de los trabajadores del campo y la ciudad. Cuando no puede sacar más provecho de un trabajador lo deja morir de hambre. ¿Qué han hecho ellos para demostrar que desean el bien, como ellos dicen? Jamás han prestado la menor atención a los sufrimientos del pueblo. Siempre han tratado de ocultar con melifluas palabras las condiciones espantosas en que desarrollan su vida millones de seres humanos.
¿Habla la “libre prensa paraguaya” de miseria de muchos como la contracara de la riqueza de unos pocos? Pues no. Estas son cosas de las cuales prefieren no  hablar. Prefieren atiborrar la mente y los sentidos de los paraguayos pobres con telenovelas , chismes y cuanta vulgaridad exista sobre la tierra. Este es el “civilizado” mundo burgués. ¡Mundo decadente!
Hay algo muy podrido en el corazón mismo de un sistema social que aumenta su riqueza sin disminuir su miseria, y en el que los delitos aumentan más rápidamente aún de lo que pueden recoger las estadísticas manipuladas de los Ministerios del Gobierno.
Seguramente los lectores han escuchado y leído los testimonios propagandísticos acerca de la creciente prosperidad del Paraguay. Es prosperidad de unos pocos. La miseria de muchos brota de la abundancia de unos pocos.
Hace más de 13 años que estoy en prisión en las condiciones más duras que presionero alguno haya tenido que soportar. Resultaría demasiado odioso reproducir los párrafos de los informes de la Comisión Nacional de lucha contra la Tortura dedicados a las condiciones de las cárceles paraguayas. Estas son como una especie de pandemónium de baja estofa. Hablando más concretamente, los establos de los estancieros parecen, al lado de los pabellones de las cárceles hoteles de lujo. Y el trato que reciben los cuadrúpedos es mucho más “humano” que el que recibimos los presos. Muchos enloquecen. Y la mayoría se intoxican con lo que encuentran. No hace mucho uno de ellos me aseguró que tuvo una visión. Que el Espíritu Santo le hizo ver el futuro del Paraguay. Me comentó que vio al hijo de puta de Cartes en el infierno. Y que el Gobierno era de los trabajadores. Yo estoy muy lejos de las creencias supersticiosas. Y únicamente le dije: no hace falta tener visiones para saber que eso sucederá.
Me inventaron un proceso por secuestro. Jamás he secuestrado a ese borrachín hijo de latifundista brasileño llamado de Arlan Fick. No podía hacerlo. Lo que el Gobierno busca es nada más mantenerme en prisión. Los únicos secuestros que podría hacer son a las ratas y a las cucarachas de mi celda.
Me atacan. Y digo: ser atacado por el enemigo no es una cosa mala, es una cosa muy buena. “Para nosotros, es malo si una persona, partido, ejército o escuela no es atacado por el enemigo, porque eso significa que ha descendido al nivel del enemigo. Es bueno si el enemigo nos ataca, porque eso prueba que hemos deslindado los campos con él. Y mejor aún si el enemigo nos ataca con furia y nos pinta de negro y carentes de toda virtud, porque eso demuestra que no sólo hemos deslindado los campos con él, sino que hemos alcanzado notables éxitos en nuestro trabajo.” (Nota V.O : Esta cita es de autoría del Presidente Mao tse Tung)
Podrán torcer las leyes a su antojo y condenarme a cientos de años de prisión; pero jamás podrán quebrar mi voluntad de lucha.
Comandante Oviedo.

NEPAL: Murio el hijo del renegado Prachanda.





correovermello-noticias
Kathmandú, 19.11.17
Un reporte de prensa nepali informa de la muerte del hijo de Pushpa Kamal Dahal, conocido por Prachanda y presidente del revisionista Partido Comunista del Nepal (Centro maoísta).
Un rueda de prensa del cuadro medico de hospital Thapathali, el Dr. JP Jaiswal dijo que Prakash Dahal había muerto, de un masivo ataque cardiaco, cuando ingreso en el hospital.
Prachanda que dirigio el Partido Comunista de Nepal (maoísta) que protagonizo del 1996 al 2005 una guerra popular contra el regimen corrupto del rey Gyanendra, heroica lucha del pueblo nepalí que fue traicionada por la camarilla renegada de Prachanda/ Bhattarai.
La historia y sus negras acciones lo han situado entre los traidores al proletariado junto a renegados como Liu Shao Chi, Teng Siao Ping o Kruschev.

viernes, 17 de noviembre de 2017

GALIZA/ UE: Eurodiputada galega presenta una nueva pregunta sobre la situación del profesor G.N. Saibaba. (India Vermella)

Galiza/Europa: Nova pregunta da Europarlamentaria Lidia Senra sobre a situación do profesor GN Saibaba



Dende o Comité Galego de Apoio a Guerra Popular na India temos constancia que a Europarlamentaria Galega Lidia Senra, ven de facer unha nova pregunta a Comisión Europea sobre a grave situación que está a pasar o profesor GN Saibaba, nesta nova pregunta fai complice a Unión Europea da tortura e condicións inhumanas que está a sufrir o profesor na cadea.


http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+WQ+E-2017-006242+0+DOC+XML+V0//ES&language=es
 "Asunto:  Cadena perpetua del profesor G. N. Saibaba

Como ustedes saben, según la carta enviada el 29.3.2017 y su posterior respuesta del 15.5.2017 sobre el caso del Dr. G. N. Saibaba, profesor y activista internacional pro derechos humanos, este ha sido condenado a cadena perpetua por el Gobierno indio, acusado de ser un «temible maoísta» junto con otros cinco activistas pro derechos humanos. Desde el 8 de marzo de 2017, el profesor se encuentra en prisión. Su parálisis casi total y una pancreatitis que se le ha diagnosticado agravan las consecuencias de las durísimas condiciones de encarcelamiento a las que está sometido y, junto con la negativa de las autoridades a administrarle las medicinas que necesita, se convierten en una tortura diaria. Cada día que pasa se teme más por su vida, como ha denunciado su esposa ante la NHRC.
1. ¿Considera la Comisión que el Gobierno indio está cumpliendo la condición de respetar los derechos humanos establecida en el Acuerdo de cooperación estratégica entre la UE y la India (SEC(2004)768)?
2. ¿Quiere la Comisión ser cómplice de la tortura y posible asesinato por parte del Gobierno indio del Dr. G. N. Saibaba?"


 From the Galician Committee of Support to People´s  War in  Indian have proof that the Galician  MEP Lidia Senra, see to do a new question to European Commission on record it situation that is happening the professor GN Saibaba, in this new question does complice the European Union of the torture and inhuman conditions in jail.

http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+WQ+E-2017-006242+0+DOC+XML+V0//EN

As you are aware from the letter sent on 29 March 2017 and your response written on 15 May 2017 on the same subject, Dr G. N. Saibaba, a professor and international human rights activist, has been sentenced to life imprisonment by the Indian government on charges of being a ‘frightful Maoist’ along with five other human rights activists. He has been in jail since 8 March 2017. The extremely difficult conditions to which he is being subjected in prison are exacerbated by his almost full paralysis and recently diagnosed pancreatitis, factors which, combined with the authorities’ refusal to give him the medicine he needs, are turning his life into a daily torture. People fear more for his life with each day that passes, as his wife has revealed to the NHRC.
1. Does the Commission believe that the Indian government is complying with the condition laid down in the Strategic EU-India cooperation agreement (SEC(2004)768) that the country must uphold human rights?
2. Does the Commission want to be complicit in the Indian government’s torture and potential murder of Dr G. N. Saibaba?

INDIA: El Profesor G.N Saibaba pide traslado a la cárcel central de Cherlapally en Hyderabad.-


HYDERABAD: Varios grupos de la sociedad civil, cuerpos estudiantiles adivasi y partidos políticos como el PCI maoísta han exigido que al profesor GN Saibaba se le proporcionen de inmediato frazadas y otras facilidades médicas en la prisión central de Nagpur. El viernes celebraron una mesa redonda sobre el tema en el ICSSR Hall de la Universidad de Osmania.La reunión ocurrió después del conocimiento de la carta escrita por el profesor a su esposa Vasantha. Había mencionado que no se le había dado una cobija a pesar del invierno. Saibaba, que tiene un 90% de discapacidad y está en silla de ruedas, también dijo que no estaba recibiendo sus medicamentos con regularidad, lo que empeoró aún más su salud."Aunque su abogado lo visita todas las semanas con medicinas, llegan a él solo 7-10 días después", dijo el escritor revolucionario Varavara Rao. "Salvo el derecho a la movilidad, un prisionero tiene todos los demás derechos. Pero no está sucediendo en este caso. Entonces, Saibaba quiere ser trasladado a Cherlapally Central Jail en Hyderabad ", agregó. El profesor Saibaba ha sido alojado en la cárcel central de Nagpur desde su condena hace ocho meses acusado de tener vínculos con los maoístas.El 23 de agosto se presentó una petición para cambiarlo. El panel discutió formas de agilizar este proceso, al tiempo que emprendió una campaña para lograr que él y los otros seis condenados en el caso fueran liberados.
Nota DPCP  y de DR : Repudiamos energicamente la encarcelación y el trato que recibe el profesor Saibaba, que sepa y sienta la reacción que el odio de clase es mutuo, que los maoístas de la India y el mundo estan condenados a vencer y acabar con todos aquellos que tanto daño hacen al pueblo, que la lucha que hoy libra el profesor Saibaba en estas condiciones es reflejo a su vez de lo denodados esfuerzos de los revolucionarios de todo el mundo. 
¡LIBERTAD INMEDIATA AL CAMARADA SAIBABA!

miércoles, 15 de noviembre de 2017

Declaración conjunta de Partidos y Organizaciones Marxista-Leninista-Maoístas con motivo del centenario de la Gran Revolución Socialista de Octubre: ¡SALVO EL PODER TODO ES ILUSIÓN!


¡Proletarios de todos los países, uníos!
Declaración conjunta de Partidos y Organizaciones Marxista-Leninista-Maoístas con motivo del centenario de la Gran Revolución Socialista de Octubre

¡SALVO EL PODER TODO ES ILUSIÓN!
“La Revolución de Octubre no se puede considerar sólo una revolución circunscrita 'a un marco nacional'. Es, ante todo, una revolución de carácter internacional, de carácter mundial, pues representa un viraje radical en la historia de la humanidad, un viraje del viejo mundo, del mundo capitalista, al mundo nuevo, al mundo socialista.”
Stalin
 
En esta celebración del centenario de la Gran Revolución Socialista de Octubre los Partidos y Organizaciones marxista-leninista-maoístas debemos elevar nuestro optimismo de clase al tope e impulsar con cada vez más iniciativa y energía las tareas que nos toca en esta Nueva Era que se abrió con el trueno de los cañones de los obreros y campesinos rusos dirigidos por el Partido bolchevique bajo la jefatura del gran Lenin. Nos toca hacer todo, en cada país sin excepción, para desarrollar la revolución, según corresponda al carácter de la misma, democrático o socialista, lo que implica centrar en la guerra popular, ya sea para preparar, iniciar y desarrollarla hasta la Conquista del Poder; lo cual nos plantea como primera demanda, en la gran mayoría de países, la constitución o reconstitución de los Partidos Comunistas.
 
Los comunistas somos la vanguardia de la clase, somos la expresión de la lucha incesante y creciente del proletariado internacional y de los pueblos del mundo y en toda la Tierra celebramos este gran hito de la revolución proletaria mundial, junto con las masas más hondas y profundas. Nosotros, celebramos juntos con los comunistas y revolucionarios que avanzan en las guerras populares de Perú, India, Turquía y Filipinas por la senda abierta por la Gran Revolución Socialista de Octubre; guerras populares que son la demostración palmaria ante el mundo de cómo, en el nuevo Poder, basado en la alianza obrero-campesina bajo dirección absoluta del proletariado, a través del Partido Comunista, se aplican las enseñanzas del Poder de los Soviets y, por lo tanto, como en ellas sigue vigorosa y potente pese a las restauraciones capitalistas encabezadas por los revisionistas. Es bueno resaltar en esta ocasión que, en este año, los comunistas también estamos celebrando el 50 Aniversario de la Heroica Rebelión Armada de los Campesinos de Naxalbari, que dio inicio a lo que iba a devenir en la guerra popular en la India.
 
Esta celebración es una celebración del triunfo del marxismo - hoy el marxismo-leninismo-maoísmo, principalmente el maoísmo – sobre el revisionismo de todo el tipo. Es una celebración de como Lenin, aplicando en forma creadora el marxismo, aplastó a quienes negaban la necesidad del Partido de nuevo tipo y centraron en formas legalistas y economistas, en el cretinismo parlamentario y que negaban la posibilidad de la revolución “porque las condiciones no eran maduras”. Es una celebración de como Lenin aplastó a los socialimperialistas, socialchovinistas y social-patriotas, quienes se alinearon con “su nación” imperialista para defender su miserable existencia parasitaria. Es una celebración de la defensa del marxismo contra los ataques de todos aquellos que pretendieron haber “superado” el materialismo dialéctico e histórico. Es una celebración de como el camarada Stalin aplastó al trotskismo en medio de una dura lucha de dos líneas y como él definió, contra todos los gritos de los “ortodoxos”, el leninismo como la segunda etapa del marxismo.
Nuestro optimismo revolucionario, nuestra convicción de la verdad y vigencia universal del marxismo-leninismo-maoísmo, principalmente maoísmo, es una fuerte condena a los miserables como Jrushchov, intrigantes, conspiradores, arribistas y traidores, quienes usurparon el Estado del Proletariado, y restauraron la dictadura burguesa. Cuando celebramos el 100° Aniversario de la Gran Revolución Socialista de Octubre, lo hacemos seguros que nadie se va a recordar de Jrushchov, nadie se va a recordar de Brézhnev, Gorbachov y sus congéneres, pero que los nombres de Lenin y Stalin vivarán imperecederamente en la memoria de la nueva humanidad como símbolos de quienes abrieron la Nueva Era que acabó con el imperialismo.
Es una celebración de la violencia revolucionaria y la lucha implacable contra el oportunismo, de la omnipotencia de la violencia revolucionaria y de cómo solamente derrotando toda la rastrera capitulación y el liquidacionismo – no importa que mascara se pongan – se puede llevar a cabo la revolución, conquistar y defender el Poder con guerra popular. Es una celebración de la continuación de la revolución socialista a través de sucesivas revoluciones culturales proletarias, siempre con guerra popular, hasta llegar con toda la humanidad al siempre dorado comunismo.

Esta es una celebración profunda y con un alto nivel de conciencia, de que la forma más alta de democracia, y la forma más alta de libertad para las masas populares en la sociedad de clases, es la Dictadura del Proletariado; de que la forma de producción más alta, más desarrollada y potente que ha visto el mundo, en lo que va la sociedad de clases, es la Socialista.
Al celebrar el Centenario de la Gran Revolución Socialista de Octubre, estamos celebrando la Tercera Internacional, la Internacional Comunista, concebida por el gran Lenin como máquina de combate para la revolución proletaria mundial. Por lo tanto, ésta celebración implica para nosotros reafirmar nuestro compromiso de luchar por la reconstitución de la Internacional, por la reunificación del Movimiento Comunista Internacional sobre la base del marxismo-leninismo-maoísmo, principalmente el maoísmo, la lucha implacable contra el revisionismo y en servicio de la revolución proletaria mundial. Para ello, tenemos muy presente el mismo proceso de cómo se fundó la Tercera Internacional, el cual no fue resultado de un acuerdo con los viejos partidos amoldados al viejo orden, sino por la lucha de la izquierda firmemente unida bajo la jefatura de Lenin y cerrando filas con el Partido Bolchevique. Luchamos, por lo tanto, por una Conferencia Internacional Maoísta Unificada como un paso inicial para avanzar más decididamente en superar la dispersión de los comunistas.
Celebramos la aplicación del marxismo hecha por el gran Lenin, que significó un gran salto que se concreta en el Leninismo, quien con su gran ejemplo, nos demostró como nadie antes de él, que los comunistas debemos ser creativos, resolver nuevos problemas en base de los principios, rechazando toda la hipocresía y falsedad de los fariseos, principalmente el revisionismo. Por lo tanto corresponde hoy denunciar, combatir y aplastar las lineas oportunistas, el avakianismo, el prachandismo y todas las demás manifestaciones de oportunismo. Nos enseña que para hacer la revolución en una realidad concreta tenemos la necesidad, la obligación, el deber, de establecer las leyes concretas específicas de su proceso, que necesitamos tener la teoría indispensable, que necesitamos un pensamiento guía para poder llevar la revolución al triunfo. Por lo tanto, celebramos a todos los comunistas que se han atrevido de seguir este resplandeciente ejemplo; así como, a los que prosiguen hoy; en consecuencia, es necesario de insistir en la tarea de los comunistas y de todos los revolucionarios del mundo de defender la vida y salud del Presidente Gonzalo, el más grande marxista-leninista-maoísta viviente y continuador del Marx, Lenin y el Presidente Mao Tsetung.
Hoy, también rendimos homenaje a las masas, a los millones de obreros y campesinos que dieron su vida en la larga lucha de la Revolución Rusa, en la Gran Revolución Socialista de Octubre, en la guerra contra la intervención imperialista y por defender la sagrada patria socialista, la Unión Soviética, contra la bestia fascista. Rendimos homenaje a los marineros del Aurora, a los partisanos y a los libertadores de Berlín; a los millones de combatientes rojos que murieron con las palabras “¡Por Lenin!”, “¡Por Stalin!”, “¡Por la patria Socialista!”, en sus labios. Rendimos homenaje a los comunistas Bolcheviques, comunistas de madera especial, comunistas de acero, entre ellos grandes jefes como Sverdlov, Dzerzhinski, Kírov y miles y miles más que entregaron sus vidas por el comunismo sabiendo que nunca lo iban a vivir. Todos están presentes aquí con nosotros, viven en nuestra lucha, que es la misma de ellos.
Hoy, en el momento de la ofensiva estratégica de la revolución proletaria mundial, dentro la época de “los 50 a 100 años” en que el imperialismo y la reacción serán barridos de faz de la Tierra, celebramos la Revolución que dio inicio a la Nueva Era, asumimos el compromiso de enarbolar, defender y aplicar las enseñanzas de Octubre, que se concretizan en luchar denodadamente para poner el maoísmo como único mando y guía de la nueva gran ola de la revolución proletaria mundial, combatiendo implacablemente el imperialismo ya la reacción de forma indesligable del combate al revisionismo y todo oportunismo.

¡Viva el 100° Aniversario de la Gran Revolución Socialista de Octubre!
¡Viva el marxismo-leninismo-maoísmo, principalmente el maoísmo!
¡Defender la vida y salud del Presidente Gonzalo con guerra popular!
¡Viva el 50° Aniversario de la Rebelión de Naxalbari!
¡Guerra Popular hasta el comunismo!

Comité Bandera Roja (RFA)
Comités para la Fundación del Partido Comunista (Maoísta) de Austria
Partido Comunista del Perú
Partido Comunista del Brasil (Fracción Roja)
Fracción Roja del Partido Comunista de Chile
Partido Comunista de Ecuador - Sol Rojo
Frente Revolucionario del Pueblo Marxista-Leninista-Maoísta de Bolívia
Organización Maoísta para la Reconstitución del Partido Comunista de Colombia
Corriente del Pueblo Sol Rojo – México

martes, 14 de noviembre de 2017

GALIZA: Documento do C.C. do PC-maoísta da Galiza "Sen Revolución Socialista non hai Soberania Nacional"


Sen Revolución Socialista non hai Soberanía Nacional.

Na actual situación, nos acontecementos no Estado español e na Catalunya, compre sinalar con claridade cal é a liña dos comunistas.
A cuestión das nacionalidades ou nacións oprimidas dentro do actual Estado español; Catalunya, Galiza, Euskal Herria e Canarias ten representado unha contradición histórica pendente da revolución democrática, vencellada agora intrinsecamente a Revolución Socialista no conxunto dos pobos da península Ibérica.
Polo mesmo, a nosa liña, baseándonos na posición leninista do Dereito de Autodeterminación dos pobos, esta é, a independencia dos mesmos, é apoiar a loita de liberación nacional, na procura que o proletariado asuma a dirección de ditos movementos, baseado nos tres instrumentos da revolución; o Partido proletario, a Fronte Única e o Exercito Popular. É moi importante a comprensión da necesidade deste ultimo pois sen Exercito Popular nada terá o pobo.


O desenvolvemento dunha Liña e un Programa correctos nesta cuestión é unha tarefa fundamental para a clase obreira pois na mesma son moitos os erros que se cometeron, polas direccións oportunistas ou revisionistas, no movemento comunista na península Ibérica.
Temos que denunciar enerxicamente ou chovinismo de grande nación españolista dos revisionistas do falso P”C”E / IU e dos social-traidores do PSOE, máis as actitudes vacilantes e cómplices co mesmo de Podemos e as súas siglas.

A liña histórica dos revisionistas e da pequena burguesía nacionalista foi véncellar o dereito de autodeterminación a unha cuestión legal, mesmo a un referendo no marco do actual estado burgués,(paradigma de Escocia, Quebec..) esta liña, representada na Catalunya por ERC, PdC ou Podem (na Galiza, o BNG e Mareias)  so conduce a frustración do movemento de liberación nacional é oculta que non pode hai Soberanía Nacional, sen Revolución Socialista.

A outra falsa liña vístese de “esquerda” e chama por “Independencia e Socialismo.” Realmente asemellase moito a anterior, pois non só non define o Socialismo como revolución proletaria (reformismo dentro do estado burgués ou da UE) se non mesmo agacha, que a independencia só se poderá conquerir destruíndo o poder da nación opresora pola loita revolucionaria e violenta da masas.
Agora ben, a pequena burguesía nas nacionalidades representa unha clase revolucionaria e patriótica, e a nosa organización debe saber traballar, entre o sector máis progresista da mesma, para poder por medio da unidade/loita dar unha dirección proletaria a seus prantexamentos, a vez que traballar por illar a súa ala dereita.

Consecuentes coas teses da Revolución Socialista temos que combater as erradas concepcións do análise colonial para estas nacionalidades (coa excepción de Canarias), pois as mesmas ignoran que ha realidade destas sociedades é, xa, dun capitalismo avanzado e polo mesmo, aínda que se poda considerar a loita de liberación nacional como unha tarefa da revolución democrática, é, hoxe, nestas circunstancias do desenvolvemento do imperialismo no Estado español parte intrínseca da Revolución Socialista.
Revolución Socialista que só pode significar a destrución do poder da oligarquía financeira e compradora e do seu vello Estado pola violencia revolucionaria, pola guerra popular.


Polo mesmo a nosa organización ten que traballar firmemente na construción concéntrica dos tres instrumentos da revolución; o Partido, A Fronte e o Exercito Popular. Preparando a organización para facer fronte, dun xeito vitorioso, a estas ineludibles necesidades históricas.

Seguir o exemplo luminoso da Grande Revolución Socialista de Outubro do que celebramos con xúbilo o seu centenario e baseándonos no marxismo-leninismo-maoísmo, tomando como principal o maoísmo, analizar as contradicións existentes na nosa sociedade e defender, dende o internacionalismo proletario, a xusta loita da liberación nacional dos pobos oprimidos, no Estado español, tal é a nosa tarefa nestes momentos, no que ha crise do réxime da restauración borbónica do 78 afondase coa loita nacional en Catalunya. 

Galiza, novembro do 2017

Comité de Construción do Partido Comunista-maoísta da Galiza.

ITALIA: Roma, 15 novembre manifestazione all'ambasciata turca (contrapiano)

Libertà per Nuriye e Semih 15 novembre manifestazione a roma all'ambasciata turca


 
Il Comitato italiano per il rispetto dei diritti umani, della libertà di espressione e per la fine dello stato di emergenza in Turchia da appuntamento a tutti i solidali a Roma il 15 novembre, a due giorni dalla quarta udienza del processo a Nuriye e Semih che si terrà nel carcere di Sincan ad Ankara, per un presidio davanti all’ambasciata turca.
Saremo a Roma per denunciare la brutalità del regime turco guidato dall’AKP di Erdoğan.
Dopo l’instaurazione in Turchia dello Stato di emergenza in seguito al tentato “golpe” del luglio 2016 oltre 150.000 funzionari pubblici (di cui 50000 accademici di 180 università di 80 città diverse) sono stati licenziati, 3000 giornalisti (180 tutt’ora in carcere) avvocati musicisti e centinaia di militanti della sinistra sono stati e continuano ad essere incarcerati.
Fra questi l’accademica Nuriye Gülmen e il maestro elementare Semih Özakça hanno avviato dal 9 marzo scorso uno sciopero della fame senza condizioni al fine di rio-ottenere il loro lavoro.
Come tutta risposta il governo fascista dell’AKP li ha sottoposti a 27 custodie cautelari in carcere (torturandoli) fino ad arrestarli lo scorso 22 maggio con l’accusa di “appartenenza ad associazione terrorista”

In carcere hanno continuato lo sciopero della fame. Come ulteriore repressione lo stato turco li ha dapprima rinchiusi nell’ospedale della prigione di Ankara a Sincan in attesa della prima udienza del loro processo che si tenuta il 14 settembre presso la Corte di Ankara. Dove non sono stati portati adducendo scarsità delle forze di polizia atte a vigilare sui due allettati. Non contento il governo dell’AKP vero giudice di questo processo nelle persone di Erdogan e del ministro degli Interni,il 12 settembre ha arrestato gran parte del collegio difensivo (15 avvocati, tutti avvocati del popolo ( #HHB  ) con la solita accusa. Non contenti di questo a due giorni dalla seconda udienza che si è tenuta all’interno del carcere di Sincan il 28 settembre hanno poi sequestrato notte tempo Nuriye, senza darle possibilità di vedere avvocati o familiari con lo scopo di impedirle di essere presente al processo per difendersi e mostrare le sue reali condizioni fisiche e rinchiusa nell’ospedale pubblico di Numune in terapia intensiva di cui non necessitava minacciando a più riprese l’intervento “medico” forzato. Alla terza udienza, mentre proseguivano repressione ed arresti di massa, il 20 ottobre nel carcere di Sincan verrà impedito a Nuriye di essere nuovamente presente solo Semih otterrà la libertà in forma di arresti domiciliari e braccialetto elettronico. Nuriye  sembra un convitato di pietra nel suo processo, lei che ha tutto avviato il 9 novembre 2016.
Nella terza udienza esplode fragorosamente in collegamento via cavo da Istanbul la figura del collaboratore prezzolato Berk Ercan a cui si devono le accuse di appartenenza ad associazione terrorista che hanno portato in carcere Nuriye Semih gli avvocati e centinaia di militanti.
In attesa della quarta udienza nel carcere di Sincan prevista per il 17 novembre saremo qui per urlare la nostra rabbia contro il governo turco e le istituzioni europee ed italiane complici silenziose di questa situazione quando non direttamente parti attive come nel caso dellla Corte Europea dei diritti dell’uomo che ha appoggiato le decisioni del criminale Erdogan. Una lettera firmata da alcuni parlamentari europei ed indirizzata a Federica Mogherini da oltre dieci giorni perché si attivasse con ogni mezzo necessaio per salvaguardare la vita di Nuriye e Semih è rimasta lettera morta.
Nuriye e Semih sono espressione della lotta di classe oggi in corso in Turchia, La loro vita è appesa ad un filo, il loro cuore potrebbe cedere da un minuto all’altro. Ma loro hanno scelto la lotta ed una forma di lotta pacifica, particolare che ha portato Nuriye a pesare 38 kg
Hanno scelto la strada della lotta e non della comoda fuga verso l’estero. Stanno lottando per loro ma anche per noi in Europa per le generazioni future. Hanno trasformato la rabbia in coraggio. Meritano tutto il nostro sostegno per la resistenza che stanno opponendo al fascismo turco non tanto lontano dalle condizioni in cui potremmo trovarci a breve anche qui in Italia.
Come ciliegina sulla torta l’otto novembre mentre si recava ad una conferenza i killer dell’AKP hanno sequestrato per strada e portato in custodia l’avvocato storico di Nuryie e Semih ( ma anche di Soma, di Berkin Ekvan, di Dilek Dogan..) Selçuk Kozağaçlı nonché portavoce/presidente di tutti gli avvocati progressisti di Turchia.

Basta con questa farsa!
Porre fine allo stato di emergenza subito!
Liberare subito Nuriye e Semih e reintegrare loro e tutti gli altri resistenti ai loro posti di lavoro!
Liberare tutti gli avvocati del Popolo immediatamente!
Liberare Selçuk Kozağaçlı!
Liberare i musicisti di Grup Yorum !
Liberare tutti militanti incarcerati per i deliri farneticanti di uno collaboratore stipendiato da Erdogan.!
Liberare tutti i giornalisti incarcerati!
Liberare tutti i prigionieri politici!
Basta con le torture e gli arresti arbitrari.!
Governo italiano e parlamento europeo prendano posizione a difesa perlomeno dei diritti umani basici!
Chi oggi non si mobilita, non solidarizza perché pensa sia una questione che non ci riguardi sbaglia.
Ogni secondo conta.
Erdogan non dubiti. Non faremo nessun passo indietro.
Fino alla vittoria.
Fino alla loro liberazione Saremo la loro voce.
La solidarietà è un’arma usiamola!

Comitato per il rispetto dei diritti umani, la libertà di espressione e la fine dello Stato di emergenza in Turchia.

INDIA: Cuatro miembros de la CRPF heridos en ataque naxalita.


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New Delhi, 13.11.17
Fuentes de la prensa india informan de un nuevo enfrentamiento entre fuerzas represivas y miembros del maoísta Ejercito Guerrillero Popular de Liberación en el área de Baresandh del distrito de Latehar, Jharkhand.
En el mismo habrían resultado heridos cuatro efectivos de las CRPF por la explosión de una mina colocada a su paso por los maoístas. En el área de Baresandh y sus zonas boscosas de Latehar los cuerpos represivos llevan, desde hace cuatro días, operaciones contra las fuerzas comunistas en un distrito considerado una base roja.

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AUSTRIA: Evento internacionalista con motivo de la Revolución de Octubre



In the light of the 100th anniversary of the Great Socialist October Revolution an international celebration in Austria took place, in which more than 100 revolutionaries, political activists and communists participated with great enthusiasm. Many speeches and international cultural contributions illustrated that the spirit and the principles of the October Revolution did not lost validity, but are taken up strongly today, in the struggle of the oppressed and exploited around the world, with the peoples war at its top.

With several participants from Latin America and Europe, which presented speeches and cultural contributions, as well as an international theater, which brought the October Revolution alive on the stage, these festive event got an great example of Internationalism. With pleasure and liveliness this anniversary got celebrated, with the impetus to take up the revolutionary way, to support with all one‘s strength the constitution of Communist Parties an to take the tasks with the revolution sets today. Thereby at the center stood the powerful slogan of Lenin "Everything is deception, except for the power!".

The celebration showed that progressive parts of the masses spent much force and energy to take this event as an mighty expression of their struggle. The cultural contributions stretches from an Hip-Hop interlude, over to a spoken word presentation, a workers choir up to an revolutionary theater.

The successful festive event was an important victory for the revolutionary forces. It gave strength and confidence to master the upcoming tasks with new drive and to make an contribution for the development of the new wave of World Proletarian Revolution, for the final smash of the imperialist word system, in the spirit of internationalism.

Long live the 100th anniversary of the Great Socialist October Revolution!
Long live proletarian Internationalism!